Situações das Vendedoras do “Fardo” em São Tomé e Príncipe

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A procura de subsistência, as vendedora de fardo em São Tomé e Príncipe lutam no seu dia-a-dia para vender suas peças de roupas para poderem dar mantimento aos seus filhos.

O termo fardo provém das palavras pacotes, embrulhos, volumes, cargas, peso e dificuldades, palavra fardo também define por um conjunto de coisas volumosa e compridas, que se destinam ao transporte. Segundo as vendedoras do fardo em são Tomé e Príncipe consideram que o fardo é um conjunto de roupas usadas.

Entretanto dentro do assunto de fardo no que implica o assunto em questão é um volume de roupas, sapatos, cortinas, tapetes, cortinas, chapéus…

Hoje em dia, em São Tomé e Príncipe muitas mulheres compram fardos nos armazéns para revender e sobreviverem, umas no famoso mercado coco-coco e outras jogam a sorte nos passeios da cidade capital, onde gritam para chamar clientes para vender seus fardos.

Situação das Vendedoras do "Fardo" em São Tomé e Príncipe

 

Nesse negocio, as vendedoras do fardo em São Tomé e Príncipe mergulham a sorte nas compras dos balões de roupas para sustentar a sua família, porem nem sempre vêm 100% boas, como roupas rasgadas, sapatos furados entre outros.

Vitimas de sol escaldante e chuva, mesmo assim continuam lutando e gritando, chamando pelos clientes, nesse negocio de sorte, as mesmas continuam a comprar e revender.

Situação das Vendedoras do "Fardo" em São Tomé e Príncipe

 

Portanto nessa rota de fardo as vendedoras afirmam que vendem o fardo por não haver emprego no país, sendo que tem algumas estudantes mergulhadas nesse mesmo negocio, com isso outras reafirmam que no país a maioria das populações São-Tomense são analfabetas e por isso jogam a sorte nesses negócios.

Contudo nessa vida de fardo, elas enfrentam vários desafios, principalmente para aquelas que vendem nos passeios, sofrem pelas pessoas que pisam suas roupas e principalmente pelos policias que as obriga a sair dos passeios, alegando que esse não é o lugar de vendas.

Segundo as vendedoras de fardo em São Tome e Príncipe afirmam que os principal desafios são quando compram as roupas com um preço alto e por infelicidade a maior das roupas saem estragadas, não conseguindo assim retirar o dinheiro gastado,  alegam e dizem que o fardo tem uma sequência sendo que há fardo da primeira e segunda com variedade dos preços.

Em São Tomé e Príncipe cada dia que passa aumenta o número das mulheres que vendem fardo em busca de melhores condições de vida e para conseguirem alimentar seus filhos, alegam que mês que vendem mas é o mês de Julho na época de festa das crianças e início das aula onde a busca é maior e há mais compradores.

Contudo as principais vitima nisso são as criança, que de uma forma são prejudicadas a partir de dois meses de vida, as mães desesperada por não terem maridos capazes de sustentar própria mulher nesses primeiro meses do bebés as mães são obrigadas a venderem muito sedo após os nascimentos dos bebés.

Situação das Vendedoras do "Fardo" em São Tomé e Príncipe

 

Todavia pedem o governo para fazerem uma parceria com os nigerianos de forma a reduzir o preço de balões de fardo tendo em conta que são contabilista do próprio negócio.

Segundo os Nigerianos que vedem o fardo para as vendedoras do fardo em São Tome e Príncipe alegam que também enfrentam desafios diários, pois muitas senhoras que vão a busca de fardo para compra fazem mais dividas, mas eles afirmam que fazem  esse negocio por amor.

Nesse ciclo de luta contra a sobrevivência as vendedoras do fardo em São Tomé e Príncipe continuam a batalha para ter um meio de vida melhor.

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