Presidente da República Democrática de STP Pede Apoio Indispensável á Comunidade Internacional no Seu Discurso

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O Presidente da República Democrática de STP Evaristo do Espírito Santo Carvalho foi o quarto líder de língua portuguesa a assumir a tribuna da 74ª Sessão da Assembleia Geral em Nova Iorque.

Evaristo Carvalho discursou na quinta feira passada na Assembleia Geral e destacou a graduação do país  em Dezembro de 2024 para classe de rendimento médio, e acrescentou que ainda existem desafios enormes.

Em relação á Ajuda Internacional, o Presidente da República Democrática de STP afirmou que o país continuará a defrontar-se com desafios enormes depois da graduação e que o continuo apoio da Comunidade Internacional é deveras importante.

Continuando o seu discurso, o presidente acrescenta que a oportunidade de estar na alta tribuna, ofereceu a oportunidade para lançar um forte apelo á Comunidade Internacional para acompanhar não só nessa dura tarefa de transição, mas para brindar-nos com o apoio necessário para a realização plena dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, ODSs.

Partindo disso, o Presidente da República Democrática de STP disse que o país não possui recursos minerais e tem uma economia muito frágil mas com a graduação em Dezembro de 2024  os esforços que estão a ser feitos serão reconhecidos.

Por outro lado em relação ás Nações Unidas, o presidente agradeceu ao Secretário Geral da ONU, António Guterres,  pelos infatigáveis esforços para reforçar a organização como em áreas de apoio á democracia, combate a pobreza e ao desenvolvimento sustentável.

Inegavelmente, o líder São-Tomense afirmou que o combate a pobreza deve ser uma das primeiras prioridades da organização.

Pois a pobreza é o maior flagelo da humanidade e não é por acaso que aparece como o primeiro ODSs.

A erradicação da mesma deve ser a prioridade máxima no concerto das nações, e é a causa importante da fome, da degradação dos sonhos, da exploração desenfreada dos recursos naturais, dos conflitos armados, da deslocação das populações entre outros exemplos.

Bem como em relação ao trabalho da ONU, o Chefe de Estado defendeu que é preciso, que os países africanos tenha assento permanente, para que a África não continue a ser o único continente não representado no órgão das nações unidas.

Em São Tomé e Príncipe, a PNUD ajuda os agricultores durante a época mais seca, pois é nesta época onde surge mais problemas em relação ao ambiente.

E em relação as mudanças climáticas, os riscos são maiores para São Tomé e Príncipe como um pequeno Estado Insular em Desenvolvimento.

Ainda mais com a ocorrência cada vez maior das catástrofes naturais que levam a perda de vidas, principalmente nas regiões menos desenvolvidas do planeta terra.

Não restam dúvidas que o esforço global tem que continuar, sob a indicação da Convenção Quadro das Nações  Unidas para as Alterações Climáticas.

Portanto, deve ser uma responsabilidade partilhada por todos, pois cabe á todos salvaguardar o futuro das gerações vindouras.

Discurso do Presidente da República Democrática de São Tomé e Príncipe na 74ª Sessão da Assembleia Geral em relação á situação internacional de STP

Entretanto sobre os desafios a paz e a segurança internacional, o chefe do Estado falou sobre a situação da República Centro-Africana, no Saara e dos países lusófonos.

Aproveitou para saudar a evolução positiva da Guiné-Bissau e desejou que as eleições presidenciais em Moçambique aconteça em normalidade em paz e em concórdia.

Em suma, entre os chefes dos Estados Lusófonos que já discursaram no dia 23 de Setembro foram o presidente de Angola, Brasil e Portugal.

E hoje sexta-feira foi a vez do Primeiro Ministro de Cabo Verde e a Ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau no sábado.

Na segunda-feira será o termino das participações dos países lusófonos na Sessão da Assembleia Geral com o discurso de representantes de Moçambique e Timor-Leste.

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