O Papel da Mulher na Sociedade São-Tomense Versus a Família e a Carreira Profissional

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Em São Tomé e príncipe, ainda não chegou a igualdade feminina, pelo menos em relação aos direitos e costumes. Pois é de notar que o papel da mulher na sociedade São-Tomense, ainda se encontra em fase de desenvolvimento, por que elas ainda sentem-se oprimidas em certas ocasiões.

Alguns homens são machistas, talvez nem sabendo nem a entender conscientemente, mas são. Isto podemos ver desde a forma como eles “paqueram” ou “mexem” com as mulheres nas ruas.

Em São Tomé, é comum os homens terem mais que uma mulher, e elas têm o conhecimento disso, embora nem todas concordam. E isso não ocorre apenas na faixa de população mais carente, e também não é uma questão religiosa pois a grande maioria é católica.

Normalmente as mulheres cuidam dos filhos, trabalham fora e cuidam da casa e dificilmente os homens ajudam com as tarefas domesticas ou dos filhos.

E apesar disso as mulheres têm um papel fundamental na sociedade São-Tomense, tanto na economia do país como na família.

As mulheres estão presentes em todos os sectores e posições, desde vendedoras de produtos no mercado central ou nas ruas até gerentes de centros e casas culturais, gerentes de bancos, proprietárias de negócios, médicas, deputadas, escritoras entre outras.

As mulheres na nossa sociedade são o estrato da população mais vulneráveis ou seja, as mulheres são em grande maioria chefes de família.

O Papel da Mulher na Sociedade São-Tomense Versus a Família e a Carreira Profissional
A mulher na família

O papel da mulher na sociedade São-Tomense 

Na formação do papel da mulher na sociedade São-Tomense, a mulher ainda é vista ou associada somente para o papel de cozinheira, como responsável pela educação dos filhos e para cuidar do marido.

É descriminada nas letras das músicas, na tradição oral cultural, na comunicação social, institucionalmente na sua representatividade política, nos cargos de direcção entre outras.

Sendo elas chefe de família, os números de desemprego feminino tem custos presentes e futuros na economia e na segurança social.

A questão da violência domestica, violência infantil no seio familiar, crimes de violação e mesmo as doenças sexualmente transmissíveis é um dos problemas muitos sérios que a sociedade passa, mas com alguns organismos isso tende a melhorar.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) 2017, ao nível de instrução e referente ao ensino básico não há descriminação entre os sexo.

Porém, no ensino secundário a taxa de feminização é de 46% e no superior aproximadamente 35%. O que revela que é necessário esforçar e encorajar as raparigas e mulheres a prosseguirem os seu estudos.

Portanto, em relação a actividade económica as mulheres são maioritariamente desempregadas 59% segundo dados da INE, 2017 e inactivas 61%. Contudo os homens alguns anos para cá, tem vindo a ajudar as mulheres no papel da criação dos filhos como nos deveres domésticos.

E têm dados as mulheres mais oportunidades de concorrerem a cargos que desejam de de realizarem seus sonhos.

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