Governo de São Tomé e Príncipe vê as Energias Renováveis como Solução para Corte de Combustíveis no País

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Foram diversos anos em que a petrolífera angolana Sonangol vem fornecendo combustível para o Governo de São Tomé e Príncipe. Mas devido o acumulamento das dividas do Estado santomense com a petrolífera angolana, essa reduziu o fornecimento de combustível para o país.

Consequentemente o país agora está a passar por uma situação bastante constrangedora para o governo, a falta de combustível tem gerado cortes de energia e a subida dos preços dos combustíveis nas bombas de abastecimento em todo o país.

Nesta semana maioria das bombas de combustíveis do país estão completamente cheias e é notável a complicação para os abastecimentos dos veículos e das motorizadas, até mesmo a compra do petróleo que é usado para uso domestico.

A redução do fornecimento de combustível para 1/3 do valor que anteriormente era fornecido, é insuficiente tanto para consumo da população como para abastecer as nossas centrais eléctricas, mencionou o Ministro das Obras Públicas, Osvaldo Abreu.
Em relação ao gasóleo a maior quantidade fornecida é consumida pela EMAE, e para que haja diminuição do seu consumo precisamos optar por outras formas de produzir energia.

Entretanto para resolução desta problemática de combustível no país o governo de São Tomé e Príncipe aponta energias renováveis como forma de termos energia estável no país.
Segundo Osvaldo Abreu actual Ministro das Obras Públicas, “já foi avançado para a adjudicação de espaços para instalação de três projectos foto-voltaicos de 10 megawatts cada e também um projecto de biomassa que produzirá energia através de resíduos sólidos e assim ajudar no saneamento do meio ambiente”.

Ao longo dos anos que a petrolífera angolana Sonangol  forneceu combustível para o país, o governo de São Tomé e Príncipe acumulou uma dívida de 150 milhões de dólares, o consumo de gasóleo da  Empresa de Água e Electricidade(EMAE) tera sido a principal causa da ascensão da dívida com a petrolífera.
Pelo que a EMAE é a única produtora de electricidade em São Tomé e Príncipe.

No entanto a situação vigente no país nos impulsiona a renovarmos a nossa mente, pelo que O Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais afirmou numa conferencia de imprensa que “já são oito empresas interessadas que apresentaram uma proposta para produção de energia fotovoltaica. Iremos prosseguir com essas empresas de origem alemã, espanhola e americana nesta fase de produção de electricidade”.

Conseguinte Osvaldo Abreu diz que em 2020 as primeiras unidades de produção de energias renováveis entrarão em funcionamento. Estamos a receber apoio de parceiros internacionais no sentido da reforma da EMAE e também na legislação para dar credibilidade ao sistema e segurança aos investidores para sermos liberto da dependência do gasóleo angolano.

O projecto de implementação das energias renováveis no país não é limitado na exploração da fonte solar ou acumuladores solares, mas todas as potencialidades hídricas.

Concluindo, neste mês o governo de São Tomé e Príncipe lançará concursos públicos que definirá quem dirigirá as obras para produção de energias a partir das fontes hídricas.

 

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