Convenção das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas

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Actualmente a emissão dos gases com efeito de estufa têm aumentado cada vez mais, e a preocupação sobre as mudanças climáticas afecta a todos. Pois condiciona a temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenómenos climáticos, que consequentemente trará perturbação para o ecossistema.

No entanto, na segunda-feira 2 de Dezembro de 2019 Madrid, Espanha foi o palco da Conferência da ONU sobre o Clima, onde estiveram reunidos governos de todo mundo. Essa reunião de líderes mundiais que terá o termino no dia 13 desse mês, tem o objectivo de traçar os passos para combater esta ameaça.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pedi aos líderes mundiais que elevem as suas ambições para que as metas traçadas no Acordo de Paris atinjam. Assim sendo é necessário que adoptem as regras finais acerca da implementação desse acordo, a fim de conter o aquecimento global abaixo de 2 ºC.

Portanto estudos mostram que as mudanças climáticas ainda podem ser limitadas a 1.5°C. Pelo que existe uma maior compreensão dos benefícios adicionais da ação climática, como ar limpo e o avanço dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Porém a secretária-executiva da Convenção da ONU sobre Mudança Climática, Patrícia Espinosa, realça que no último ano foi possível “ver os impactos acelerados da mudança climática, com secas crescentes, tempestades e ondas de calor”. O que segundo ela originou “consequências terríveis para a erradicação da pobreza, saúde humana, migração e desigualdade”.

A secretária-executiva diz que “a pequena janela de oportunidade do mundo para lidar com as mudanças climáticas está se fechando rapidamente”.  Entretanto Patrícia Espinosa afirma que, “é necessário implantar, com urgência, todas as ferramentas da cooperação multilateral e tornar a COP 25 a plataforma de lançamento de mais ambição climática”.

Metas

Por outro lado, anteriormente os países-membros da COP 24, realizado na Polónia, estribaram a maioria de Acordo de Paris. Porém ainda falta concluir a negociação de como funcionarão os mercados internacionais de clima.

Conseguinte, a adaptação, perdas e danos, transparência, finanças, capacitação, questões indígenas, oceanos, florestas e género, e também o fornecimento de financiamento e tecnologia para países em desenvolvimento.

Em relação ao assunto a secretária-executiva da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas, pedi que os Estados-membros honrem os seus compromissos de anualmente atribuírem 100 bilhões de dólares aos países em desenvolvimento, a fim desses investirem em questões ligadas ao clima.

Para ela é preciso “uma mudança radical” em que “os fluxos financeiros globais reflictam a transformação profunda que é precisa”.

Portanto no próximo ano, os países terão a obrigação de submeter planos nacionais de ação climática actualizados. Pois o Relatório de Emissões do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, mostra que entre 2020 e 2030 será necessário reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa 7,6% ao ano.Porque se não, o objectivo limitar o aumento de temperatura a 1.5°C não será alcançado.

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