Comissão Parlamentar de STP de Forma Invulgar Acabou Incentivando a Desordem No País

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A Comissão Parlamentar de STP, que decidiu analisar o caso do pastor São-Tomense, Ludimilo Veloso sediado na Costa do Marfim há mais de um ano e em uma missão religiosa ao serviço da IURD, acabou por contribuir para a revolta da população na quarta-feira passada.

A declaração da porta-voz, Alda Ramos, foi como combustível que o auto proclamado movimento da sociedade civil precisava para produzir chamas em diversas igrejas da cidade de São Tomé e a desordem que culminou com a morte de um jovem inocente.

Como consequência do ultimato lançado pela comissão parlamentar de STP, pessoas e grupos começaram a promover a contagem do tempo, nas redes sociais com em outros lugares, para que o pastor julgado e condenado fosse trazido imediatamente para seu país.

Contudo, o tempo se esgotou e o ultimato dado por Alda Ramos em sincronia com os deputados, não foi cumprido.

Portanto no oitavo dia em que terminava o ultimato, os membros do movimento auto-proclamado de “Sociedade Civil” fizeram justiça com as suas próprias mãos.

Porém, a deputada Alda Ramos e a Comissão parlamentar foram infelizes nas acusações contra a justiça da Costa do Marfim e contra a IURD. Acrescentaram que a igreja Universal violou o direito humano, tendo em conta que o cidadão foi condenado a um ano de prisão e nem sequer teve direito a um advogado.

Alguns dias depois a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Elsa Pinto desmentiu o que a Comissão Parlamentar disse, pois o pastor encontra-se a cumprir pena numa prisão na Costa do Marfim por causa de um crime de difamação.

Alguns pastores apresentaram queixas, ele foi julgado e condenado mas teve direito a defesa, teve advogado e até fez um recurso que está no Tribunal de Relação da Costa do Marfim.

O pastor reside na Costa do Marfim há mais de 10 anos e é onde ganhava o seu pão como missionário da Igreja Universal.

Contudo, o presidente da Assembleia Nacional disse que o pastor tem previsão de regressar ao país na próxima semana, poucos dias depois de ser libertado em consequência das diligências conjuntas entre as autoridades da Assembleia Nacional, do Governo são-Tomense e da Igreja Universal.

Em suma o advogado desta comissão religiosa, durante uma audiência com o presidente do Parlamento, Delfim Neves a que estiveram presente os membros das Comissões Especializadas e Permanentes de Assembleia Nacional que seguem em apreço o caso alegou que o mesmo pastor chegará na próxima semana.

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