Segurança Marítima e Os Ataques no Golfo da Guiné Preocupam o Estado São-Tomense

Pelos ataques acontecido no Golfo da Guiné faz com que São Tomé e Príncipe fique preocupado com a segurança marítima e com isso vê-se a necessidade de um prevenção no quadro da cooperação internacional.

Ataques no Golfo da Guiné Deixa São Tomé e Príncipe em Estado de Preocupação Com a Segurança Marítima
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Por São Tomé e Príncipe ser um país insular, o Dr. Esterlino Gonçalves, chefe de Departamento das Organizações Regionais dos Negócios Estrangeiros argumentou que o país deve estar sempre preocupado com a sua segurança marítima.

O chefe do departamento disse ainda que, São Tomé e Príncipe é “um amante da paz”, mas admitiu a preocupação face aos ataques no Golfo da Guiné lembrando que o país tem uma extensão marítima de 161 vezes superior ao seu território.

Pois vê-se com bons olhos que a prevenção seja feita num quadro de cooperação internacional.

Porque São Tomé e Príncipe além de membro do UNSAC, pertence também à Comunidade Económica dos Estados da África Central e à Comissão do Golfo da Guiné.

Nos últimos tempos tem registado ataques na costa da Guiné Equatorial. Já que no passado também houve e o país pretende prevenir que isto aconteça novamente.

Para isso, tem como objectivo impedir que tais malefícios cheguem ao território São-Tomense e a região como um todo.

Ademais, São Tomé e Príncipe é um dos 11 países pertencentes a esta região que integra também a:

  • Angola,
  • Burundi,
  • Camarões,
  • Republica Centro Africana
  • Republica do Congo
  • Gabão
  • Guiné Equatorial
  • Ruanda
  •  Chade
  • Republica Democrática do Congo

O país sofre de algumas limitações e de forma a suprir essas insuficiências, tem que estar aliados aos parceiros e é nesse quadro que São Tomé e Príncipe tem vindo a fazer a sua estratégia para assegurar a segurança marítima.

Com isso é importante realçar a importância das alianças desenvolvidas entre os países de forma a evitar situações constrangedoras.

Na sexta feira passada estiveram reunidos na capital angolana, representantes de 11 países africanos para analisarem a situação geopolítica e as alterações climáticas na África Central.

Esta reunião teve como objectivo incidir sobre os desenvolvimentos políticos e institucionais dos últimos seis meses em termos de segurança marítima e geopolítica.

Também esteve na agenda assuntos relacionados com a governação, direitos humanos entre outros.