A Fome Leva Crianças ao Consumo Excessivo de Álcool em São Tomé e Príncipe, “Diz Investigadora Portuguesa Isabel Dos Santos”.

O consumo excessivo de álcool ou de bebidas alcoólicas é estimulado e romantizado na nossa sociedade, a ponto do mesmo ser frequentemente associado maioritariamente as crianças, adolescentes e jovens no ponto de vista investigativo.

Tempo de Leituta: 2 minutos

O consumo excessivo de álcool ou de bebidas alcoólicas é estimulado e romantizado na nossa sociedade, a ponto do mesmo ser frequentemente associado maioritariamente as crianças, adolescentes e jovens no ponto de vista investigativo. Não é incomum assistir em pleno horário nobre televisivo propagandas de cerveja recheadas de erotismo, com mulheres jovens, bonitas e com pouca roupa. Não é à toa, portanto, que o álcool é a droga que tem estado a fazer parte recreativa e estimulante mais abraçada pela população São-Tomense para a investigadora “Isabel Santiago“.

O consumo excessivo de cerveja, aguardente, vinho, uísque e ponche a famosa bebida caseira fazem parte do contexto cultural e social de toda faixa etária do país, sendo frequentemente incorporadas em eventos de grande porte, reuniões  sociais e festas, dentre outros dependendo de classe social. Na nossa sociedade, o consumo das bebidas alcoólicas não só é aceite, como também é frequentemente estimulado e glamourizado.

Segundo a investigadora portuguesa Isabel Santiago, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), que realizou os estudos  do consumo de álcool e drogas por parte das crianças, adolescentes e jovens em São Tomé e Príncipe, percebeu que uma das causas desta pandemia social é devido o elevado índice de extrema pobreza e do analfabetismo que ronda mais de 60% transformado este facto no fenomino social no intuito de “matar a fome”.

Para a Investigadora Isabel de Santiago, que liderou o  projecto do primeiro estudo do género nos país até o final de 2013,  revelou-se um consumo excessivo de álcool pelas crianças, adolescentes e jovens em São Tomé e Príncipe faseando que este flagelo tem sido notório com maior persistência e mais fútil devido o elevada taxa da extrema pobreza que assola o país a mais de varias décadas numa percentagem sub-tendida para sexo masculino com 57%, contra os 43% do sexo oposto.

O álcool é uma droga que, se consumida em excesso, provoca inúmeros problemas de saúde física e psicológico, e em vez de trazer o bem-estar e sucesso sugeridos pela publicidade, pode destruir famílias e vidas profissionais “disse a Isabel” na suas investigações realizada em São Tomé e Príncipe como forma de alertar a sociedade São-Tomense.