A Extrema Pobreza Faz Com que o Lixo Vira Alternativa ao Meio de Subsistência em São Tomé e Príncipe – Lixeira de Penha

A extrema pobreza em São Tomé e Príncipe provocada pela ausência  de uma estratégia politica sem principios para colmatar o elevada índice do desemprego no arquipélago leva muito país de família e outros a procurarem o auto sustento na lixeira de penha ao céu aberto.

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A extrema pobreza em São Tomé e Príncipe provocada pela ausência de uma estratégia politica sem princípios e outros factores para colmatar o elevado índice do desemprego no arquipélago, leva várias famílias e outros a procurarem o auto sustento na lixeira de penha a céu aberto nas proximidades da cidade capital de São Tomé e Príncipe.

Segundo o trabalho realizado pela a nossa equipa de reportagem no Distrito de Água Grande concretamente na localidade de penha ao redor da lixeira, muitas são as pessoas que vão a esta lixeira diariamente a procura dos resíduos, restos de alimentos ou de produtos fora de prazo para lavarem para suas casas ou comercializarem.

A lixeira de penha  céu aberto, além de servir como fonte de sustento a várias famílias vulneráveis em extrema pobreza no país, também serve como fontes provocadoras de doenças como: Tétano, Hepatite A, Dermatite de contacto, Cólera, Tracoma, Febre Tifóide e Verminoses. Além de causar outras doenças e danos ao meio ambiente. Segundo as pesquisas, os lixos ali depositado  é responsável pela morte ou prejuízo da fauna e flora envolvente ao local em causa.

Por outro lado esta lixeira situada na localidade de penha nos arredores da cidade capital de São Tomé e Príncipe, se tornou uma espécie de abrigo para germes, insectos, parasitas e pragas urbanas, como ratos, pombos, baratas, moscas, além de agentes que podem causar infecções como vermes, vírus, bactérias e fungos. O lixo doméstico, o lixo electrónico e hospitalar são todos aí depositados sem prévia triagem e também contribuem para gerar outros problemas as pessoas que ali vivem ou frequentam essa área na comunidade de penha.

A transmissão de doenças através dos lixos,  ocorre principalmente devido à grande quantidade de insectos ou animais como moscas, mosquitos, baratas, ratos, porcos e também pela dificuldade de higiene nos espaços de triagem da lixeira que não existe por falta da intervenção das instâncias competentes ou das instituições de direito no arquipélago.

Para prevenir doenças, é fundamental o uso de equipamentos de segurança por quem trabalha na colecta e selecção dos lixos, além da observação de hábitos de higiene e de profilaxia adequados e construções de aterros sanitários  que o país nunca teve.

O que poderia ser feito para minimizar o caos causado pelo lixo à população residente próximo da lixeira!

Segundo alguns moradores mais atentos, diante  dos nossos microfones deixaram algumas sugestões que podiam servir como prevenção de tais situações, a construção dos aterros sanitários, vedação em pé direito a volta da lixeira, aumento das medidas de seguranças e acesso a lixeira, colocação de cameras de vídeo vigilância, controlo autorização prévio para pessoas que frequentam o interior da lixeira ou até mesmo a mudança da lixeira para um local mais adequado e longe das atenções.

A extrema pobreza e a elevada taxa do desemprego em São Tomé e Príncipe faz com que a lixeira de penha vira a fonte de subsistência para muitos e é uma das fontes causadoras de doenças no arquipélago.