A Crise Humanitária no Iêmen Considerada a Pior do Mundo, a Organização Mundial da Saúde pede Ajuda dos seus Parceiros

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Actualmente o Iêmen está a passar pela crise humanitária considerada a pior no mundo. Entretanto no dia 15 de Novembro a Organização Mundial da Saúde, apelou as seus parceiros que os ajudassem nas acções no Iêmen.

O país Árabe em desenvolvimento vive um momento de grande aflição, por causa das guerras decorridas no país e as diversas epidemias que assolam a nação, porém os centros de saúdes ali não são suficiente e há falta de médicos e equipamentos médicos.

No entanto a situação é o fruto de conflito que decorre no país a mais de cinco anos, que conseguinte arruinou a economia. As infraestrutura de saúde básica então degradadas e a maioria da população encontra-se a beira da fome.

Está foi a nota emitida pela Organização Mundial da Saúde em Genebra.

Situação do País

Portanto, devido as epidemias de dengue e malária que afectam nove distritos do norte do Iêmen, as autoridades de saúde do país, declararam na semana passada emergência.

Todavia, desde Janeiro até então foram registado cerca de 116 mil casos de malária e 23 mil de dengue.

Porque desde Janeiro até então foram registado cerca de 116 mil casos de malária e 23 mil de dengue. A guerra no Iêmen fez crescer a epidemia de cólera, que contaminou 771 mil pessoas e matou quase mil.

São mais de 24 milhões de pessoas que precisam de apoio no país. No entanto, mais de 80% necessitam de ajuda medica ou acesso a serviço de saúde.

Segundo a organização mundial da saúde, a falta de acesso às unidades de saúde e a dificuldade em solucionar os problemas de doenças e epidemias, continuam a ser os principais riscos para os habitantes do país.

Portanto são mais de 20 milhões de pessoas que enfrentam insegurança alimentar. Porém outras 250 mil encontram-se em situações precárias como desnutrição, dificuldade alimentar, etc.

No Iêmen são cerca de 17,8 milhões de pessoas que não têm acesso à água potável, nem ao saneamento.

Logo, através do Fundo Humanitário para o Árabe, a agência da ONU oferece apoio a 6 milhões de pessoas. Segundo a informação da Organização Mundial da Saúde, apenas uma parte das instalações de saúde encontram em funcionamento, embora o país carece de falta de medicamentos, equipamento e funcionários de saúde.

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